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Tributário · 7 min de leitura

Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real: como escolher o regime tributário

Um guia direto sobre os três principais regimes tributários, o que considerar na escolha e por que a decisão deve ser revisada periodicamente.

A escolha do regime tributário é uma das decisões que mais impactam o resultado de uma empresa — e uma das mais negligenciadas. Muitas empresas continuam no mesmo enquadramento definido na abertura, mesmo depois de anos de crescimento e mudanças na operação.

Simples Nacional

Regime simplificado para microempresas e empresas de pequeno porte com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. Reúne vários tributos em uma guia única (DAS), com alíquotas que variam conforme o anexo da atividade e a faixa de faturamento.

  • Vantagem: simplicidade e, para muitas atividades, carga competitiva.
  • Atenção: a alíquota efetiva sobe com o faturamento, e algumas atividades dependem do "fator R" (relação entre folha e receita).
  • Atenção: empresas do Simples que vendem para outras empresas terão novos desafios com a Reforma Tributária.

Lucro Presumido

O IRPJ e a CSLL são calculados sobre uma margem de lucro presumida pela legislação, definida por atividade — independentemente do lucro real da empresa. PIS e Cofins seguem o regime cumulativo.

  • Costuma ser vantajoso para empresas com margem real acima da margem presumida.
  • Exige mais obrigações acessórias do que o Simples.
  • Pode ser adotado por empresas com faturamento anual de até R$ 78 milhões.

Lucro Real

Os tributos sobre o lucro são calculados sobre o lucro contábil efetivamente apurado, com ajustes previstos em lei. PIS e Cofins seguem, em regra, o regime não cumulativo, com direito a créditos.

  • Obrigatório para algumas empresas, como as que faturam acima de R$ 78 milhões por ano e determinadas atividades financeiras.
  • Pode ser vantajoso para empresas com margens baixas, prejuízo ou muitos créditos de PIS e Cofins.
  • Exige contabilidade mais robusta e controle rigoroso.

O que analisar antes de escolher

  • Faturamento atual e projeção para os próximos meses
  • Atividades exercidas (CNAE) e anexos do Simples aplicáveis
  • Margem de lucro real da operação
  • Valor da folha de pagamento
  • Perfil dos clientes (consumidor final ou outras empresas)

Por que revisar todo ano

Faturamento, margem, folha e legislação mudam. Um regime que era o mais adequado há dois anos pode não ser mais hoje. Na Auditri, o estudo tributário compara os três cenários com os números reais da empresa e projeta os impostos futuros antes de qualquer recomendação.

Conteúdo informativo, revisado pela equipe técnica da Auditri. Não substitui a análise individual do seu caso — a legislação muda com frequência.

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Planejamento e Revisão Tributária

Estudo do regime ideal e projeções de impostos para pagar o que é devido — e nem um real a mais, dentro da lei.

Próximo passo

Converse com a equipe da Auditri. Atendimento presencial em Guarulhos e pelo WhatsApp (11) 97636-9332.